O objetivo do legislador e profissionais da educação é despertar nos jovens estudantes o interesse pelas políticas públicas, assim como seus direitos e deveres
Há uma citação que diz: “Ser jovem é mudar o mundo”, e, o Presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Catalão, o vereador e advogado Dr. Jair Humberto da Silva é um defensor da tese. Como legislador, tem feito ao longo dos anos, trabalho com jovens nas escolas e através de seu gabinete já realiza ações para o despertar dos jovens sobre o conhecimento em torno dos trabalhos realizados na casa do legislativo catalano. Mas de acordo com presidente, o trabalho precisa ser ampliado e se sair apenas do seu gabinete e de projetos escolares e se tornar institucional na casa de leis o Projeto “Escola no legislativo” que fomenta o trabalho de vereadores mirins atuando junto, em sessões, aos edis que compõe as bancadas.

A convite do presidente os jovens de um Colégio Estadual participaram de uma visita e realizaram uma sessão simulada onde houve diversos momentos de explanação e os jovens puderam conhecer e se colocar no lugar dos legisladores por algum tempo, como informa o Presidente e Idealizador da ideia: “Dando continuidade ao projeto “Escola no legislativo”, alunos do CEPI Matilde Margon Vaz, estiveram conosco conhecendo um pouco do cotidiano parlamentar. Eles até elegeram quatro vereadores entre si, e depois escolheram um presidente. É sempre um prazer dividir um pouco do nosso trabalho com a garotada atenta e interessada de Catalão”.
Durante a 41ª Sessão Ordinária, o presidente, novamente recebeu junto aos demais vereadores o professor que coordena o projeto e seus alunos. E, desta vez, a pedido do presidente os mesmos participaram como afilhados e assessores dos vereadores na sessão.
“Tivemos a alegria de receber aqui, há poucos dias, os alunos, Professor Márcio Greick e toda sua equipe, participamos de uma reunião de um projeto que já trabalhávamos nele, mas agora queremos torná-lo, institucional. Foi uma manhã de cidadania, onde chamamos a moçada para a responsabilidade e foi muito importante”, informou Jair Humberto.
O Presidente do Poder Legislativo Catalano convidou a todos para assentarem entre os legisladores em suas bancadas e pediu para que os menos antes de suas falas, apresentassem seus afilhados. Ele enfatizou ainda a importância de se pensar um projeto mais amplo para envolver a juventude em torno dos trabalhos ada casa, como uma troca de experiência para os alunos e vereadores, ressaltando a relevância de que o trabalho que é realizado seja conhecido de fato por eles e assim apresentado sobre o olhar de cada um, a realidade onde vivem e estudam: “Esse é um projeto experimental, mas acredito que seja o primeiro passo para que possamos num futuro breve criar o parlamento mirim, onde esses jovens vão poder participar e difundir no seu meio, a sua visão sobre os trabalhos que são de suma importância para a comunidade”.
Fonte: SDNEWS
O presidente Dr. Jair Humberto da Silva abriu as discussões sobre o projeto, explanando sobre o mesmo: “Esse projeto teve uma ampla discussão sobre o parcelamento do solo. Inclusive, foi levantado um tema sobre testada principal, onde poderia reduzir de 10 para 9, essa testada principal. E houve na discussão, a proposta de que essa redução ocorresse de 10 para 8, nesse sentido, pedi um parecer técnico de engenharia para que a gente pudesse entender melhor sobre os efeitos dessa redução de 9 para 8. E o que acontece, o sujeito compra um lote de 12 X25 e, ele faz 2 construções, se o lote for de esquina ainda sai mais ou menos, mas se não for, o problema é grave. O que estamos fazendo?! Estamos permitindo que surjam novos loteamentos de interesse social, e que, esses lotes possam ser de 180 metros quadrados, com 9 metros de frente, por 20 de comprimento. E isso, para que possa impactar os preços e a população consiga comprar os seus terrenos por um preço melhor. E também vai acabar com o grande problema dos desmembramentos que costumam ser feitos, fazem condomínio pagam R$ 11mil, R$ 12 mil para cartório fazer isso. E com esse valor, ao invés de apagar cartório, pode-se começar a construção de uma pequena casa. Nós estamos tirando os serviços cartório, que não é justo, temos que ajudar as pessoas que realmente precisam, que tem menos oportunidades”.






